Aids

do do Universo Ciência e Saúde

Descrição

A sigla Aids significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. O vírus da Aids é conhecido como HIV e encontra-se no sangue, no esperma, na secreção vaginal e no leite materno das pessoas infectadas pelo vírus. Objetos contaminados pelas substâncias citadas, também podem transmitir o HIV, caso haja contato direto com o sangue de uma pessoa.

Após o contágio, a doença pode demorar até 10 anos para se manifestar. Por isso, a pessoa pode ter o vírus HIV em seu corpo, mas ainda não ter Aids. Ao desenvolver a Aids, o HIV começa um processo de destruição dos glóbulos brancos do organismo da pessoa doente. Como esses glóbulos brancos fazem parte do sistema imunológico ( de defesa ) dos seres humanos, sem eles, o doente fica desprotegido e várias doenças oportunistas podem aparecer e complicar a saúde da pessoa. A pessoa portadora do vírus HIV, mesmo não tendo desenvolvido a doença, pode transmiti-la.

Diagnóstico

Existe um exame de sangue específico para o diagnóstico da AIDS, chamado teste Elisa. Em média, ele começa a registrar que a pessoa está infectada 20 dias após o contato de risco. Se depois de três meses o resultado for negativo, não há mais necessidade de repetir o exame, porque não houve infecção pelo HIV.

Diagnóstico Laboratorial

A avaliação laboratorial inicial de um paciente portador do HIV inclui vários testes (Tabela 2). Embora a sorologia para o HIV (ELISA e o Western blot confirmatório) seja muito precisa e específica, pode haver resultados falso-positivos, quase sempre provenientes de erro humano.

Testes de carga viral Eles são parte essencial da avaliação de um indivíduo HIV+. Este exame é usado para estimativa de prognóstico, determinação do uso de anti-retrovirais e para se ter um parâmetro laboratorial que permita avaliar a eficácia do tratamento.

Os testes de carga viral incluem o HIV-RNA-PCR, a cadeia de DNA ramificada ou bDNA e a amplificação baseada na seqüência do ácido nucléico ou NASBA. Os limiares de detecção variam de 200-400 cópias/ml (ensaio standard) a 20-40 cópias/ml (ensaios ultra-sensíveis). O ensaio standard deve ser indicado na avaliação inicial do paciente não tratado. Os ensaios ultra-sensíveis devem ser reservados para os pacientes dos quais se espera carga viral baixa.

As cargas virais tendem a ser máximas (105-107 cópias/ml) durante a síndrome retroviral aguda e nas fases avançadas da doença. Pacientes assintomáticos geralmente apresentam cargas mais baixas (102-103 cópias/ml). A carga viral pode aumentar durante períodos de doenças intercorrentes ou vacinação recente e as medidas devem ser postergadas nessas situações.

Prevenção

- Uso da camisinha (ou preservativo masculino): diversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis.

- Pré-natal toda mulher grávida deve fazer o teste da AIDS. Esse exame é especialmente importante durante os meses de gestação, pois, em caso positivo para infecção da mãe, ela poderá receber um tratamento adequado e, na hora do parto, evitar a transmissão vertical (de mãe para filho) do HIV. Se forem tomados todos os cuidados devidos, esse risco pode ser reduzido em até 67%.

- Uso de agulhas e seringas descartáveis: o risco de um usuário de droga injetável infectar-se pelo HIV está ligado à forma como a droga é utilizada: se houver compartilhamento de seringas e agulhas, esse risco é bem elevado. Por isso, há a recomendação da utilização de agulhas e seringas descartáveis.

Conselhos de quem tem

''Eu separo meus copos, Minhas colheres, Tudo que é do meu uso pessoal, Assim eu me protejo e acabo protegendo as pessoas, Por exemplo, Eu não corro o risco de pegar uma gripe, Ou de pegar algo mais forte, Não é preconceito meu é uma forma de prevenir.'', Afirma dona Maria Auxiliadora, de 56 anos de idade.

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